O instituto Georgia Tech de fato possui um Grupo Musical Robótico no seu Centro de Tecnologia Musical, o que significa que alguns manés sortudos estão recebendo apoio governamental para formar círculos hippies de tambores com uma série de companheiros artificiais. No vídeo acima, dois robôs demonstram a sua habilidade de ouvir os tons gerados por sacos de carne vivos e respiradores e resolvem entrar com os seus próprios instrumentos quando dá na telha.

O Professor Gil Weinberg explicou sobre este “Teste de Turing musical” para o Wired:

 

O processamento permite que os robôs analisem e improvisem. Em um dos aplicativos, nós usamos um algoritmo genético: você possui uma população de algo e daí você aplica mutações em todas estas coisinhas pequenas – no meu caso, motivos musicais; neste caso, mutações e cruzamentos entre os genes musicais – e daí você terá uma nova população que se adapta melhor ao ambiente.

 

Ai, santo software, eu adoro quando você consegue fazer com que robôs aparentem ter menos vontade de fazer uma insurreição e escravizar a nós todos e mais vontade de ser nossos amigos robóticos estilo o Awesom-o! [Wired]