Phillip Ryu, desenvolvedor para Mac, escreveu um post interessante no Google+ descrevendo a experiência dele com pirataria de software, quando ele estava no ensino médio:

Havia algo realmente mágico em abrir a torneira e receber um fluxo infinito de jogos, software e outras artes digitais que eu nem poderia sonhar em pagar ou só experimentar na época… Era a sensação de ter as chaves para um jardim secreto, e eu acho que devo muito dos meus gostos hoje à variedade de experiências de software que a pirataria no Carracho me permitiu.

Ryu não fala para todo mundo sair roubando software, obviamente, mas aponta como o acesso a uma quantidade gigantesca de software pirateado o ajudou a moldar seu interesse em computadores e software como adulto. Ele diz ser um “raro ex-transgressor que se corrigiu”:

Eu acho que não pirateio um app ou jogo há anos. Eu sou cliente dedicado da App Store, Steam e Xbox Live Arcade. Tenho caixotes de videogames, estantes de livros e caixas de filmes em Blu-ray. Eu ajudei a vender milhões de dólares de software Mac a clientes durante anos na MacHeist, e alguns milhões de cópias dos meus apps na App Store. Eu acho que para as pessoas que têm horror à palavra “pirata”, sou um raro ex-transgressor que se corrigiu.

E ele não está sozinho: nosso próprio Brian Lam já explicou por que é um pirata – ele dá dinheiro a filmes e música que merecem, mas hoje dá conta de comprar o que consome, “ao contrário de quando eu era um cara quebrado na faculdade”. Veja o relato completo de Ryu no Google+ e conte-nos: o que você acha sobre esta pirataria jovem? [Phillip Ryu]

Foto por Will Pate/Flickr