Apesar de já ter sido da Capcom, Seth Killian não é tão excêntrico quanto Yoshinori Ono. Apesar de hoje trabalhar para a Sony, não faz as vezes de “front man”, indo para a galera como Shuhei Yoshida, nem se sente à vontade no palco como Kaz Hirai. É um cara altão, tranquilo, de conversa fácil e que tentou aprender ao máximo sobre o Brasil nesses guias de turismo que, ele mesmo reconhece, não servem para muita coisa. Mas ele não queria chegar aqui de mãos abanando. E se não fosse por ele, alguns dos games que a gente ama hoje talvez nem estivessem entre nós.

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