Os modelos computacionais estão demonstrando que, durante este momento crucial, o vento poderia provocar “deriva de decolagem” suficiente para fazer com que o foguete se aproxime perigosamente da torre. E, caso ele consiga evitar a colisão, ainda existe o risco da saída do gás do foguete flamejante danificar as estruturas da torre.

A própria NASA está segura de que será possível sanar este problema (caso seja provado que ele seja um problema significativo) ao posicionar a torre de forma diferente e redesenhar a plataforma de lançamento: duas medidas que custariam tempo e dinheiro, o que seria um problema ainda maior.

Após os relatórios iniciais dos problemas com o “diapasão” no míssil tripulado, as buscas por uma solução alternativa para todo o programa Constelação tornaram a ficar interessantes: mas e aí, qual é a sua opinião? A minha: este tipo de obstáculo aparece freqüentemente quando você lida com um programa desta magnitude e complexidade – com o tempo, eles vão encontrar alguma espécie de saída melhor. [Orlando Sentinel]