10 charges em homenagem aos cartunistas mortos no ataque à Charlie Hebdo

8 de Janeiro de 2015 às 15:18

Ontem (7) a redação da revista inglesa Charlie Hebdo foi invadida por dois terroristas e 12 pessoas morreram. Entre elas, alguns dos cartunistas mais adorados e influentes da França, como Georgers Wolinski, Stephane Charbonnier (Charb), Jean Cabut (Cabu) e Bernard Verlhac (Tignous). A importância da publicação e desses profissionais transcendia o humor. Como disse André Conti, publisher de quadrinhos da editora Companhia das Letras, "Wolinski não era um cartunista de leitores de quadrinhos, era parte da cultura francesa, uma voz ativa e importante nos últimos cinquenta anos."

Cartunistas ao redor do mundo reagiram à barbárie com charges sagazes, tocantes e/ou bonitas. Homenagens justas a pessoas que não se intimidavam com o extremismo e a ignorância alheia. Em 2011, num ataque frustrado à redação da revista que na ocasião publicara uma caricatura do profeta Maomé, Charb respondeu: "eu não tenho filhos, nem esposa, nem carro, nem crédito. Pode parecer um pouco pomposo o que vou dizer, mas eu prefiro morrer de pé do que viver de joelhos".




Imagens obtidas via BuzzFeed e UOL.

Os comentários estão desativados.