No sábado, na Gizmodo Gallery, liquidificamos um iPhone com um Blendtec, sacrificando-o aos deuses do copiar-e-colar. O que nós aprendemos é que, se você liquidifica um iPhone com a bateria dentro, ela explode. Ooops!

É, provavelmente deveríamos ter retirado a bateria, mas queríamos mostrar que o iPhone do Brian – um modelo da primeira geração – ainda funcionava quando o liquidificamos. Claro, eu fui o idiota escolhido para fazer a liquidificação. Ainda bem que eu vestia uma capa de laboratório, que me protegeu da maioria do milk shake de ácido da bateria. O mesmo não pode ser dito em relação ao Brian, que recebeu um monte de ácido no rosto – mas felizmente nada nos olhos.

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Nós paramos a sessão de liquidificação depois disso, porque o negócio me assustou demais. É melhor deixar esse tipo de coisa para os profissionais mesmo.