No dia em que o Facebook lançou seu novo software para Android, o Facebook Home, a Wired publicou uma entrevista com Mark Zuckerberg, para conversar sobre o produto e sobre o futuro da rede social. Eis alguns trechos selecionados antes de você ir ler a entrevista inteira.

Sobre as motivações por trás do Home:

O Facebook corresponde a 23% do tempo que as pessoas gastam em smartphones. Em seguida estão Instagram e Google Maps, com 3% cada. Nos últimos 18 meses, concentramos nossos esforços em criar boas versões dos apps móveis do Facebook. Mas o design ainda estava muito próximo do que temos no desktop. Sabíamos que poderíamos fazer melhor.

Sobre não criar um celular a partir do zero:

Somos uma comunidade de mais de um bilhão de pessoas, e os celulares mais vendidos – fora o iPhone – conseguem vender 10, 20 milhões. Se fizéssemos um celular, nós só alcançaríamos 1% ou 2% de nossos usuários. Isso não faz nada de impressionante para nós. Nós queríamos transformar o máximo possível de celulares em “Facebook phones”. Isso é o Facebook Home.

O Facebook Home chegará ao iPhone?

Olha, eu adoraria que essa resposta fosse sim. Estamos tentando construir uma comunidade. Nós temos um bilhão de pessoas usando os nossos serviços agora, e queremos chegar um dia a 3 ou 5 bilhões. Nós vamos fazer isso construindo a melhor experiência em todos os dispositivos… Claro, um monte de gente também adora iPhones – eu adoro o meu, e eu gostaria de poder levar o Facebook Home a ele também.

Sobre o futuro do compartilhamento:

Nós falamos sobre a lei de Moore para compartilhamento [a quantidade média de informações compartilhadas por cada pessoa dobra a cada ano], mas nós nunca dissemos que ela vá acontecer no Facebook – ela vai acontecer no mundo. Nosso desafio é fazer com que isso aconteça no Facebook… Daqui a três anos, as pessoas vão compartilhar 8 a 10 vezes mais coisas. É melhor estarmos lá, senão algum outro serviço estará.

Sobre a vida fora do Facebook:

Eu dou aula para uma turma de ginásio em East Menlo Park… É sobre criar uma empresa, um negócio. Toda terça-feira nós analisamos uma habilidade, e cada grupo tem um projeto paralelo. Quando a aula termina, eles usam o Facebook para vender os produtos que criaram, como se estivessem fazendo o marketing deles.

Continue lendo a entrevista com o chefão do Facebook no link a seguir: [WIRED]