Pesquisadores da Universidade de Waterloo em Ontário, aparentemente desatentos quanto ao fato de que a tecnologia está exponencialmente superando a nossa capacidade de acompanhá-la, criaram uma nova estirpe de nanomáquinas que levitam.

E pior, estas Micro Machines malignas estão armadas com minúsculas tenazes que se abrem e fecham quando são aquecidas por – espere só por isso – um laser.

Os pesquisadores dizem que a descoberta levará a uma melhor limpeza de lixo tóxico.

“Como não há fiação e o robô flutua livremente no ar, ele é capaz de operar dentro de uma câmara fechada com todos os equipamentos do lado externo”, escreveu o Professor Mir Behrad Khamesee. “Ele funciona em ambientes perigosos, câmaras tóxicas e pode ser usado para realizar experimentos bioquímicos. Além disso, como não há ligação mecânica, ele possui uma operação sem poeira, excelente para aplicações em salas esterilizadas”.

Certo, pelo menos até estes bichinhos formarem uma inteligência artificial, darem uma olhada no planeta e decidirem que “lixo tóxico” significa “humanidade”. [ZDNet]