Anunciado em maio, o Asha 501 é um celular simples que sonha em ser smartphone, porém a um preço mais baixo: ele traz alguns elementos do finado MeeGo e design semelhante aos Lumias. Ele chegou ao Brasil hoje, em versão com dois chips, por R$ 329.

Nas especificações, o Asha 501 obviamente não impressiona: tela de 3″ com resolução 320 x 240, câmera de 3,2MP sem flash, e ausência de 3G. Mas como um intermédio entre dumbphone e smartphone, ele tem vários truques na manga.

O principal deles está no software: ele foi criado com a participação de Peter Skillman, um dos mentores do Palm OS e do MeeGo, por isso o sistema é focado em gestos nas bordas da tela. E não se trata de uma skin por cima do S40: ele tem um novo sistema baseado no Smarterphone OS.

Logo de cara, na tela de desbloqueio, você pode ver as notificações e abrir os apps correspondentes. Após desbloquear, você chega ao Fastlane: uma lista com os últimos apps, jogos, mensagens e ligações que você fez ou recebeu, além de seus compromissos futuros.

Além disso, há suporte a Wi-Fi, e a Nokia promete que a bateria dura até 17 horas em conversação e até 48 dias em standby. No entanto, este ainda é um aparelho bem básico: a tela tem baixa resolução, e – como notamos em nosso hands-on – a velocidade dos apps não empolga.

O design do aparelho é claramente baseado no Lumia: as curvas e o formato são parecidos, assim como sua disponibilidade em várias cores, com várias capinhas removíveis. No Brasil, no entanto, só estarão disponíveis os modelos preto e branco.

O Nokia Asha 501 já pode ser comprado na loja online da Nokia por R$ 329, e estará disponível em breve nas lojas físicas da Nokia e principais varejos. Mas se você puder gastar uns pouco mais, há duas alternativas bem atraentes: o Motorola Razr D1 com Android, e o Nokia Lumia 520 com Windows Phone 8. Ambos são smartphones de fato e custam entre R$ 400 e R$ 500. [Nokia]