Seria essa bolinha chamuscada parte do órgão íntimo de um robô? Um fragmento de satélite? Uma CPU derretida? Continue tentando!

A fotógrafa Deborah Bay tem algumas ideias grandiosas sobre pequenas munições:

“O acrílico capturou a fragmentação das balas e deu um registro do visual da energia liberada no impacto. Quando me aprofundei na exploração desse conceito, também fiquei intrigada pela tensão psicológica criada entre a beleza parecida com a de uma joia e a inerente destruição dos fragmentos dos projéteis.”

É isso — você está olhando bem de pertinho para um projétil amassado em uma placa de acrílico. Bem legal, não? Também é aterrorizante se você imaginar como seria se em vez da placa fosse uma pessoa ali. Já deixa de ser legal. [PetaPixel]