Ainda bem que a grande pintograndência de 12 megapixels da Pixon, que não garante absolutamente nada a não ser os maiores tamanhos de arquivo, vem acompanhada de especificações decentes, como uma touchscreen AMOLED de 3.1", 3G e rádio FM.

Porém, obviamente a câmera com flash é a estrela do show aqui. E apesar dessa chata e infrutífera corrida de "meu megapixel é maior que o seu", a Pixon aparenta ser uma compacta decente. Você pode dar um toque no objeto que quer manter o foco, e a partir daí a câmera vai tentar focalizar sempre aquele objeto. A rapidez no disparo é maior que a média, mais ou menos uns dois segundos por foto. Uma penca de serviços online para usar com as suas fotografias terão suporte de fábrica, e os vídeos, ainda que não sejam HD, são gravados a um respeitável 720×480.

Os 150MB de armazenamento interno são obviamente insuficientes para um telefone que é mais câmera do que fazedor de chamadas, apesar de que, como quase sempre é o caso, as operadoras vão enfiar um cartão SD no pacote quando ele começar a ser vendido — em Julho na Europa e Agosto no resto do mundo. Seja lá o que eles considerem resto do mundo. [OLED Info e Akihabara News]