Até o lançamento do iPad Mini, tablets pequenos mantinham bordas grossas, para evitar toques acidentais na tela. Depois, algumas fabricantes resolveram adotar um design semelhante ao dispositivo da Apple: vimos isso no LG G Pad 8.3 e na primeira leva de tablets pequenos com Windows 8.1. A Positivo, no entanto, seguiu a receita à risca – até no nome!

O Positivo Mini possui tela IPS de 7,85 polegadas (assim como no iPad Mini), com resolução 1024 x 768 (mesma da primeira geração), e o visual é bem semelhante ao tablet da Apple – branco na parte frontal e prata na traseira. Por fora, as semelhanças são inegáveis.

Por dentro, temos 8 GB de armazenamento, expansíveis via microSD; 1 GB de RAM; e processador quad-core de 1,6 GHz (a Positivo não informa a fabricante “por questões estratégicas”). Há duas câmeras fraquinhas – traseira de 2MP e frontal VGA – e saída mini-HDMI. A bateria dura até 5 horas, segundo a empresa. São 9,4 mm de espessura e 430 g.

Ele roda Android 4.2 levemente personalizado, e vem com Google Play. Acompanham o sistema alguns apps embarcados, como Kingsoft Office e jogos da Gameloft, além de revistas gratuitas por três meses.

O Positivo Mini custa R$ 699 no modelo Wi-Fi (não há modelo 3G). Ao compará-lo com o Galaxy Tab 3 7.0, da Samsung, vemos que este possui uma tela menor (7 polegadas), resolução levemente menor (1024×600) e processador dual-core de 1,2 GHz. RAM e armazenamento são os mesmos. Ambos têm o mesmo preço.

Outro tablet comparável é o Asus MeMO Pad HD7, com processador quad-core da MediaTek e resolução 1280×800, que hoje custa R$ 719. O HP Slate 7, por sua vez, tem processador dual-core, resolução 1024×600 e custa R$ 699. Ambos possuem tela de sete polegadas.

Ou seja, pelo preço e especificações, o Positivo Mini se encaixa direitinho nas poucas opções de tablets Android de marca disponíveis no Brasil – afinal, ele certamente não se compara ao Nexus 7 ou Kindle Fire HDX, campeões entre os tablets pequenos lá fora. Ele já pode ser encontrado nos principais varejistas. [Positivo via Tecnoblog]