É magnífico poder se conectar com a internet enquanto estamos flutuando em um tubo de metal a quilômetros acima da terra firme e, mesmo assim, vai ter uns imbecis para usar a modernidade para o mal. Recentemente, um passageiro a bordo de um voo de Nairóbi, capital do Quênia, para Istambul, na Turquia, criou um ponto de acesso Wi-Fi e colocou o nome da rede como “bomba a bordo”, o que levou a um pouso de emergência.

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O voo da Turkish Airlines pousou no Sudão depois que a rede Wi-Fi suspeita foi detectada, segundo a Reuters, e só voltou para a sua rota original depois que o avião e todos os 100 passageiros fossem revistados.

“Os especialistas disseram que a rede Wi-Fi em questão foi criada a bordo”, disse a companhia aérea para a Reuters. “Nenhuma irregularidade foi detectada depois que procedimentos de segurança foram realizados, e os passageiros foram levados de volta para o avião uma vez que o embarque recomeçou.”

Esta não é a primeira vez que a descoberta de um nome nefasto de uma rede Wi-Fi ferrou com os planos de viagem de um monte de gente. No Aeroporto Internacional de Los Angeles, em 2014, um voo às 9h da manhã para Londres atrasou por muitas horas depois que alguém colocou o nome de uma rede Wi-Fi como “Al-Quida Free Terror Nettwork” – ou Rede Livre do Terror da Al-Qaeda, em tradução livre. No ano passado, um voo da Virgin America atrasou e outro foi cancelado depois de alguém ter colocado o nome da rede como “Samsung Galaxy Note 7” – o celular da Samsung foi banido de aviões depois dos episódios de explosão.

A rede “bomba a bordo” é, sem dúvidas, a que tem maior potencial de pânico entre todas e é um exemplo de como um idiota pode arruinar os planos de centenas de pessoas por simplesmente criar uma rede Wi-Fi com um nome estúpido. Como se as companhias aéreas já não arruinassem os nossos planos naturalmente.

[Reuters]

Imagem do topo: Getty