Clássico cult de 1972 dirigido por William Crain, Blácula, o Vampiro Negro conta a história de um príncipe nigeriano em viagem para a Transilvânia, em pleno século 18, que se transforma em um vampiro contra a própria vontade. A premissa era bastante distinta para a época, abordando temas pouco usuais, como o tráfico de escravos. Porém, a MGM acredita que esse é o tipo de história que o público de hoje quer assistir.

A Variety conta que haverá um um reboot da série de filmes, se passando nos tempos atuais e explorando muitos dos temas do original. Deon Taylor (de O Intruso e Fatale) foi contratado como diretor, escrevendo o filme junto de Micah Ranum, de Caça Mortal.

Ele “começará onde a saga original parou, após a sequência de 1973 Grite, Blácula, Grite, e será ambientada em uma metrópole após a pandemia do coronavírus”.

A descrição oficial entrega mais o contexto do longa. Em tradução livre, “Blácula é um antigo príncipe africano, amaldiçoado por Drácula depois que ele não concorda em acabar com o comércio de escravos. Blácula é sepultado e acorda 200 anos depois, pronto para vingar a morte de seus ancestrais e daqueles responsáveis ​​por roubar o trabalho, cultura e herança de seu povo, uma vez que eles se apropriaram para obter todo o lucro.”

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De cara, o novo Blácula lembra a nova onda de filmes de terror, que tentam retratar as complexidades do racismo com negros. O que vai determinar se o reboot irá superar o original, se destacando no cenário atual da cultura pop, é se há realmente um interesse neste óbvio apelo nostálgico.