Os leitores enviam as informações diretamente aos fornecedores de energia via internet ou algum outro tipo de rede – o que dispensaria os funcionários que fazem esse trabalho manualmente.

As instalações já começaram, mas só em 2020 é que todo mundo vai ter o aparelhinho em casa. A estimativa é que o programa reduza os custos em US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões nos próximos 20 anos.

A economia viria do fato dos usuários poderem ter acesso em tempo real a quanto estão gastando e aí controlar melhor o consumo.

A iniciativa não é nova. A cidade de Boulder, no Colorado, afirma ser a primeira a ter um grid inteligente de leitura de luz e gás e recentemente a prefeitura de Miami afirmou que também vai apostar no modelo. Mas o Reino Unido será o primeiro estado a adotar os leitores inteligentes.

Via Guardian UK