O computador será usado na Rede Galileu e chegará ao Coope, da UFRJ, em dois meses. A PUC-RJ, UFAL, USP e ITA também se beneficiarão do poder computacional do bicho e receberão cada uma uma versão econômica do computador, com 20 teraflop. O custo da brincadeira foi cerca de R$ 20 milhões, e o uso mais imediato será ajudar a Petrobras na exploração de petróleo em águas ultraprofundas. Segundo o engenheiro da UFRJ José Luis Drummond Alves, responsável pelo projeto, os modelos matemáticos para garantir o sucesso de missões de perfuração, por exemplo, são incrivelmente complexos, e precisam de máquinas "robustas" assim.

O mais absurdo, para mim, é que um computador tão maneiro desses, e nacional, não tem um nome fodão. Aposto que quando eles resolverem batizá-lo vai ser com algo nacionalista-brega tipo "Curupira". Vocês têm alguma idéia? Paiakan é um nome fera.