Com a Lumix GX7, a Panasonic criou um híbrido bem espetacular com toda a tecnologia de câmera mirrorless (e com lentes intercambiáveis) que a empresa vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos. Mal podemos esperar por ela.

A GX7 quer ser uma sucessora da excelente GX1, que saiu há alguns anos, e a Panasonic mudou muito no design da câmera, e na sensação de segurá-la.

A GX7 é maior e mais pesada, com uma pegada que é mais fácil de segurar. Ela também será vendida (nos EUA, pelo menos) com um corpo retrô em prata e liga de magnésio.

A Panasonic diz que refez completamente o sensor Micro Quatro Terços de 16 megapixels, e o tornou 10% mais sensível à luz do que o presente na GX1. A GX7 traz o mais recente processador de imagem Venus da empresa, que supostamente oferece uma redução de ruído impressionante, mesmo quando você tira fotos com ISO muito alto. Ela também usa um novo sistema de autofoco que pode focar em objetos mesmo em exposição -4EV – isso é muito, muito escuro.

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A GX7 traz retoques bem pequenos que apareceram nas melhores câmeras mirrorless desta categoria da Fujifilm, Samsung e Sony. Isso inclui picos de foco personalizáveis – a câmera mostra ao usuário as áreas em foco na imagem – e um visor eletrônico embutido. Este último é obrigatório para fotógrafos que não querem tirar fotos só olhando para uma tela na parte traseira.

Para situações mais complicadas onde o visor não é prático, a GX7 tem um touchscreen LCD que se inclina em 90 graus. Ao contrário da Samsung e Sony, a Panasonic optou por usar LCD em vez de OLED, tanto na tela como no visor, dizendo que ela quer precisão de cor, em vez do enganoso excesso de saturação.

A Panasonic nos disse que a Lumix GF7 estará disponível daqui a um mês nos EUA, na faixa de preço de US$ 1.000 com uma lente kit 14-42 mm.