CEO da Tectoy esclarece: Zeebo é para “jovens de 10 a 13 anos”

O Zeebo já está sendo testado por um clube VIP no Rio de Janeiro e será vendido exclusivamente na capital carioca, no fim de maio, ao preço de R$ 599. Um mês e meio depois será oferecido por lojas online.  Depois conquistará o resto do Brasil e o mundo. Isso se alguém achar a resposta para a pergunta que não quer se calar: quem vai pagar 600 dinheiros por um videogame de penúltima neste Brasil? Em entrevista à Exame, na sexta-feira, o CEO da Tectoy, Fernando Fischer, esclareceu.

 

O público-alvo são os jovens de 10 a 13 anos. No mercado existe uma faixa no topo da pirâmide, tem um setor que vende 50 mil unidades por ano no Brasil, que é onde está o Xbox, o Wii e o Playstation 3. Todos conhecem, gostam, mas a maioria não consegue pagar. Bem na base da pirâmide, também tem um nicho, que vende 200 mil unidades por ano, que é onde a Tectoy tem 70% de participação. 

No meio, estimamos que pode chegar facilmente a 800 mil unidades — que é onde reina o PS2 do mercado informal. A ideia do Zeebo é entrar nesse meio da pirâmide. Vimos com entrevistas com mães da classe C e D, que todo pai, se ele pudesse dar uma alternativa legal ao filho, o faria. Nós vamos oferecer jogos de entre 9,90 e 29,90 reais. E temos uma novidade que são jogos com acelerômetro. Além disso, há o formato de compra, em que o usuário não precisa sair de casa e não tem mídia física.

 

 Se você ainda não se convenceu que o Zee é o videogame para o seu filho, aqui está um vídeo do bicho rodando Tekken  2 (um dos jogos disponíveis para compra no lançamento), feito durante a GDC.   

 Parece que o jogo se passa debaixo d’água, né? Animal.

[Exame]

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