O novo garoto-propaganda da Microsoft, para substituir a Lauren, é um engenheiro conhecedor de tecnologia com um nome estrangeiro, que tem a missão de achar um laptop que satisfaça suas necessidades por menos de US$ 1.500. Você nunca vai adivinhar o que esse provavelmente-ator pago pela Microsoft decidiu comprar.

Exato! É um não-Mac! Quer dizer, é um HP! É difícil seguir exatamente o raciocínio, já que a única reclamação que o comercial mostra é que Giampaolo (daqui pra frente chamado apenas de "John") quer pagar pelos componentes, e não pela marca. E esse é um ponto de vista bem razoável, de acordo com o nosso estudo da infame "Taxa Apple". É verdade, Jonh simplesmente não pode comprar um novo MacBook com, digamos, 4GB de memória por menos de US$ 1.500. Mas como qualquer fanboy da Apple deve saber, com a Apple, o seu extra paga basicamente o software. Dito isso, o fato de a Microsoft (primariamente uma companhia de software!) ter essa posição que o software não tem impacto no valor é uma escolha bem estranha.

Escuta só, Microsoft: Eu estou escrevendo isso em um laptop HP rodando Windows 7, e eu não o faria de qualquer outra maneira. Eu gosto do Windows, e não é só porque sou muito murrinha ou não descolado o suficiente para ter um Mac (ambas afirmações são verdadeiras, nenhuma é relevante). Então que tal fazer uma campanha com base em algo que não se transforme também num insulto, tipo "PCs são cheap" [N.T.: que podem ser traduzidos como "baratos" ou "vagabundos", em inglês], hein? [Youtube]