Queria que Julian Voss-Andreae tivesse feito algumas dessas esculturas quando eu tava na faculdade. Claro, elas não representam os conceitos de física quântica com precisão, mas aprender sobre bósons e férmions ficaria bem mais agradável.

Julian largou a vida de pesquisador em física quântica, mas com certeza ele levou seu conhecimento e inspiração para a carreira artística. A ideia destas esculturas é representar ideias da física quântica para as quais "não existem imagens mentais consistentes".

A primeira imagem representa a superação de teorias passadas, deixando irregular um sólido platônico cuja virtude é a regularidade. A segunda representa a integral de trajetória: na física quântica existem infinitos caminhos possíveis, em vez de um só, e é possível vê-los nesta obra. A última tenta representar o mundo contraintuitivo da física quântica: dependendo do ângulo de visão, o homem parece inteiro ou fatiado em ondas verticais — essas ondas compõem objetos em movimento horizontal.

Louco, ou loucamente genial? Ambos. Veja mais imagens e as explicações correspondentes na galeria do Julian Voss-Andreae. [Julian Voss-Andreae via Boing Boing]