Alguns estudantes de estatística da Universidade de Ottawa, no Canadá, decidiram criar um modelo matemático para uma epidemia de zumbis, e possíveis modos de conter o ataque. O que eles descobriram? Estamos ferrados. Ou quase.

Eles basearam a metodologia em três grupos: zumbis, aqueles suscetíveis a ataques de zumbis e aqueles que não podem ser afetados (zumbis mortos). O modelo é baseado em zumbis que andam de forma lenta e irregular e que infectam humanos com saliva, através de mordidas — 24 horas após a mordida, ocorre a zombificação.

O que eles descobriram? Bem, se não forem tomadas medidas, um ataque de zumbis em uma cidade grande iria aniquilar a população em 4-8 horas. Caso se tentasse colocar os zumbis em quarentena, isso não teria efeito no resultado pois eles escapariam, ou infectariam os humanos que tentassem conter os zumbis. Tentar gerar um antídoto siginificaria perder muita gente, e um antídoto não eliminaria os zumbis por completo — e eles poderiam infectar outras cidades.

A única esperança de derrotar os zumbis seria atacar os vivos-mortos em ataques focados e estratégicos que aumentam progressivamente em intensidade. Isso ajuda a conter o crescente número de zumbis. Mas ainda seria difícil sair vitorioso, já que isso levaria 10 dias de combate intenso para conter a epidemia.

Mas, por sorte, você não precisa se preocupar com nada disso porque um cara provou matematicamente que seria impossível que zumbis existissem (ou mesmo vampiros). Parece que eles iriam se comer até sumir. [University of Ottawa (PDF) via io9]