Nós já vimos impressoras 3D de comida antes, mas agora sabemos que delícias elas podem nos trazer. Comida saída de seringas nunca pareceu tão gostosa – ou tão bem-feita.

O Laboratório de Síntese Computacional da Universidade Cornell desenvolveu a tecnologia fab@home usada para criar refeições impressas em 3D. Usando um processo chamado “fabricação de sólidos em forma livre”, injeta-se material da seringa aos poucos, moldando-o em camadas para seguir diagramas e formatos pré-estabelecidos.

O brasileiro Marcelo Coelho bolou uma impressora 3D de comida que já vimos antes, mas que por enquanto não mostrou seus resultados. Ele também tem um conceito de máquina de bombons, o Digital Chocolatier, que parece criar doces até melhores que os da fab@home – então ficamos no aguardo para ver um protótipo funcional dessas tecnologias.

A impressão 3D de comida garante um grau maior de uniformidade entre várias unidades do mesmo alimento, e mais detalhes do que se ele fosse moldado à mão. [Designboom]