A matéria conta histórias de pedras encontradas ao acaso — como no caso de um garoto de 17 anos que recolheu uma placa após um incêndio e descobriu que um pedaço da Lua estava fundido nela — e de várias que sumiram com o tempo, como a do ditador romeno Nicolae Ceausescu. Era comum oferecer o pequeno mimo espacial para chefes de Estado, e perdê-las (ou vendê-las) aparentemente era algo comum, segundo a Piauí:

[D]os 193 fragmentos distribuídos após o retorno da missão inaugural, apenas 42 têm paradeiro certo. E dos 185 trazidos pela missão de despedida, 61 têm endereço fixo e regulamentar.

Um desses 61 fragmentos tem endereço certo no Brasil: 28º presidente do Brasil, Médici recebeu um deles de presente, e decidiu instalá-lo em sua cidade-natal. Talvez sem saber da importância do evento, a entrega foi feita sem nenhuma pompa, e a pedra foi exibida pela primeira vez apenas em 1997. Agora, ela será exposta em Bagé no ano que vem. Para entender toda a história por trás do mercado negro de pedras espaciais e como ela foi parar por aqui, clique ao lado: [Piauí]