Doze empreendedores de impacto social. Um palco. E cinco minutos para explanar  sua solução e  o que foi absorvido ao longo dos meses de capacitação do Braskem Labs 2016.  Este era o cenário, nesta última quinta-feira (10/11), para todos os participantes da segunda edição do programa.

A trajetória, até o Demo Day , foi de muito trabalho e aprendizado. Ao todo, foram quatro meses de um processo de capacitação, que envolvia mentorias coletivas e individuais; trilhas de conteúdo de acordo com seus maiores desafios; treinamentos diversos; e dois dias de imersão em pitch até o grande dia: o Demo Day.

O evento  que encerra o programa foi realizado na Estação São Paulo, zona oeste da capital paulista, e reuniu pessoas importantes para o futuro dos negócios de cada empreendedor. Além dos participantes, lá também estavam os mentores Braskem e Endeavor, convidados, investidores e uma banca avaliadora de peso, composta por Jorge Soto, Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Gustavo Sergi, diretor de Negócios de Químicos Renováveis da Braskem, e Alessandro Gardemann, sócio-fundador da Geo Energética. Todos lá presentes ansiavam por um momento, as apresentações, ou melhor, os pitches, dos selecionados.

“O Braskem Labs é um programa que une o propósito da Braskem, de melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis através da química e do plástico, e o sentido de transformar a vida das pessoas, neste caso de desenvolver soluções que eliminam problemas da sociedade. Só assim podemos construir um futuro melhor. E é isso que fazemos na Braskem e isso que incentivamos nos empreendedores que integram o Braskem Labs”, afirma Patrick Teyssonneyre, diretor de Inovação e Tecnologia da Braskem.

Cada empreendedor teve direito a cinco minutos de apresentação e depois a mais três minutos para responder as perguntas da banca. Um por vez, os participantes subiam ao palco, explicavam sua solução, mostravam números do negócio, expectativas de investimento, concorrentes diretos e os diferenciais do seu projeto. Esperavam os questionamentos, respondiam e assim encerravam sua participação no Braskem Labs 2016.

“Eu fiquei um pouco nervosa, mas acho que foi bom. Bom por dois motivos. O primeiro porque de fato encerramos este ciclo, foi um processo bem árduo e de muito trabalho para chegarmos até aqui. O segundo porque eu tive a oportunidade de me preparar para o primeiro pitch da minha vida. Já tinha feito diversas apresentações, mas nenhuma nesse teor de negócios. Para mim foi uma apresentação totalmente nova, mas saio muito feliz e realizada”, conta Fernanda Checchinato, da Aya Tech.

Diferentemente de Fernanda, Fernando Assad, do Programa Vivenda, também capacitado nesta edição do Braskem Labs, já teve mais contato com a experiência do pitch, porém sabe da importância desses eventos. “O pitch é muito importante para observarmos a receptividade da nossa solução, para ter feedbacks e passar a ter conhecimento de oportunidades que estão abertas. Isso é um marco para nós, empreendedores”, explica.

O Braskem Labs ajudou cada empreendedor de uma maneira. A Aya Tech, por exemplo, foi auxiliada na busca por parceiros, a estruturar sua estratégia de marketing e comunicação e a fazer networking. Diferentemente do aplicativo Giulia, app que transforma a linguagem de sinais em voz e vice-versa, que precisou de auxílio em seu modelo de negócio. Independentemente da área da mentoria, o programa capacitou neste ano doze soluções de forma eficaz. “A oportunidade de ter participado do Braskem Labs foi algo muito importante para mim e para o meu negócio. Hoje sinto que estou mais preparada e a Aya Tech também”, finaliza Fernanda.

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