É chato pensar que o Kinect requer tanto espaço livre — ele é melhor na hora de capturar braços chacoalhando loucamente do que pequenos e precisos movimentos manuais. Já a interface Displair é capaz de capturar cada mínimo movimento. Bem vindo ao futuro do “Minority Report”.

A Dispair foi criada por Maxim Kamanin e projeta uma imagem, seja um vídeo ou algo estática, em uma “cortina” de fumaça gelada. Com o usuário interagindo com a imagem, os gestos de sua mão são capturados por uma câmera infravermelha e interpretados pelo sistema. Esse sistema protótipo colhe movimentos da mão com variação mínima de 1cm — bem mais preciso do que o Kinect, mas com um lag um pouco maior do que no aparelho da Microsoft. A precisão maior do Displair permite que usuários esqueçam os chacoalhões enormes de pernas e braços que são necessários no Kinect, e se concentrem em movimentos menores com as mãos.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Hy9bNhALo4g

A empresa espera coloca tal tecnologia em telas de até 140 polegadas para peças publicitárias, uso em casa e até mesmo uso médico. Isso, claro, se essa empresa de telas sensíveis ao toque criada num quintal conseguir dinheiro o suficiente para isso. [TechCrunch via Electronista]