Na manhã desta quarta-feira (26) ocorrerá a última, e maior, superlua de 2021. E ela não vem sozinha, mas acompanhada de uma “lua de sangue” e de um eclipse lunar total. No Brasil, este último não poderá ser visto devido à luminosidade do dia. Porém, a “lua de sangue” poderá ser apreciada em qualquer lugar. Entenda cada um dos fenômenos:

[foo_related_posts]

Eclipse lunar total: Acontece quando Sol, a Terra e a Lua se alinham e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. Diferente de um eclipse solar total – quando o que é “escondido” é o Sol – a observação não exige um óculos de proteção. O ideal é tentar acompanhá-lo de lugares mais escuros.

Lua de sangue: Durante o eclipse, a Terra bloqueará a passagem de raios solares até o satélite. No entanto, parte dessa luz será filtrada pela atmosfera e as cores avermelhadas e laranja serão projetadas em na Lua.

Superlua: Ela ocorre quando uma lua cheia ou nova coincide estará próxima de seu perigeu – ponto de sua órbita mais perto da Terra. Por isso, ela parecerá maior para quem a observar da perspectiva daqui.

Um eclipse parcial poderá ser observado estão Manaus, Campo Grande, Curitiba e Porto Alegre. Já Belém, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo poderão ver um eclipse penumbral, que não encobre a Lua, mas a deixa mais escura que o normal.

Assine a newsletter do Gizmodo

O observatório Griffith, de Los Angeles, irá transmitir o evento ao vivo a partir das 5h45 (horário de Brasília), pouco antes da Lua chegar à Penumbra, até as 10h, quando o eclipse termina. Será possível ver o espetáculo pelo Youtube: