A favor do projeto pesa o fato de ele já ser utilizado em países como EUA, Reino Unido, França e Argentina, com algumas pesquisas dizendo que 80% dos consumidores estavam satisfeitos com o sistema. E como nós achamos muito chique o que vem de fora, há grandes chances do formato emplacar.

Mas não faria mais sentido um sistema de monitoramento de conta, sem a necessidade de compra de créditos? No formato proposto, o usuário compra créditos e é avisado por meio de “avisos sonoros e luminosos” quando eles estão perto do fim — é como as mensagens da operadora, só que potencialmente bem mais chato. Se os créditos não forem mais baratos do que a energia comum — e seguindo a lógica da telecom, eles serão mais caros — qual a lógica de não pagar a conta normalmente no fim do mês? Uma solução de monitoramento em tempo real soa mais interessante.

Segundo a Agência Brasil, a Aneel deve discutir a proposta no segundo semestre e deve passar por consulta pública. Alguém aí quer créditos de luz? [Agência Brasil]