“Ser hackeado” é um termo usado para tudo. Normalmente, isso significa que seu computador foi infectado por algum tipo de malware – um Cavalo de Tróia, um Keylogger ou algo do gênero. E um dele, o scam conhecido como “Man in the Browser”, é bem sofisticado: ele funciona em tempo real.

Antes, o MitB (Man in the Browser) funcionava enviando os dados de suas transações – tipicamente criando uma segunda transação falsa – em uma lista para quem estivesse operando-o, e aí os dados eram analisados antes de serem utilizados. Agora, o novo Universal Man in the Browser faz esse trabalho para o hacker, automaticamente processando os dados e lançando-os em um página organizada.

Por que isso é mais perigoso? Porque antes, se você percebesse que você tinha revelado informações que você não deveria, ou percebia uma transação estranha, você tinha algum tempo hábil para bloquear o cartão antes de ele ser usado. Neste método mais sofisticado, ele pode ser usado imediatamente.

O melhor meio de evitar o MitB é manter-se fiel às práticas gerais de segurança. Olhe bem onde você clica, não baixe arquivos suspeitos ou não seguros e todo aquele papo. Mas o nível de sofisticação desses programas está chegando ao ponto em que boas práticas não os impedem. Então faça o seu melhor, e encontre um bom serviço de proteção contra malwares. [CSOOnline via Betabeat]