Segundo o IDGNow, a cliente Ana Cristina Magalhães comprou dois aparelhos, sendo que um era para o seu filho menor de idade, e a Vivo ativou, sem solicitação, um serviço de envio de SMSs eróticos para ambos os aparelhos. Até aí tudo bem, alguém apertou um botão errado. Acontece. O problema é que não houve intervenção divina que fizesse com que a empresa cancelasse o serviço, mesmo depois de muitos pedidos da cliente.

Este é o problema. Quase todo mundo tem algum amigo com alguma história de recebimento de spam por SMS. São frequentes os casos em que enviar “sair” como resposta não dá resultado, apesar de ser a instrução oficial. E esse foi o caso com Ana, que só conseguiu ter o envio cancelado depois que a justiça se envolveu.

Inicialmente a Vivo foi condenada a pagar R$ 3.000 de indenização, mas a empresa tentou recorrer e foi negada. Não apenas isso, a indenização foi aumentada para R$ 10.000, por conta do tempo extra que a resolução do problema demorou sem que o envio dos SMSs eróticos tivesse sido interrompido. Sacanagem? Acho que não. [IDGNow]