Não parece um problema de grande importância, mas me diga quem em sã consciência não acha aqueles adesivos nas frutas a coisa mais chata do mundo? Felizmente para as duas ou três pessoas nesse mundo que ainda comem frutas e verduras regularmente, os tais podem estar com os dias contados, substituídos por marcação a laser de baixa energia.

Os testes concluem que os alimentos etiquetados com o feixe de laser de dióxido carbônico de baixa energia não mostram nenhum sinal de decomposição acelerada em comparação com os que levam o adesivo. O sistema já foi inclusive implementado na Nova Zelândia, Austrália e países da Costa do Pacífico, mas a FDA (Food & Drugs Association) ainda não aprovou o procedimento na agricultura norteamericana (está em fases finais de fazer isso). Francamente, demorou. Este é um problema de importância nacional. Quantos adesivos ainda teremos que comer? Hein, Obama?! Responda! [Physorg via Inhabitat]