O governo americano anunciou o novo design high-tech das notas de U$100 em abril com muita pose e estilo, incluindo até um épico trailer no YouTube. Mas de lá pra cá, um pequeno detalhe sujou o nome da nova nota: U$110 bilhões delas foram impressas de forma incorreta.

O vídeo criado pela Tesouro americano em abril anunciava a nova nota com várias traquitanas de segurança, como “uma listra de segurança 3-D e uma imagem de um sino que muda de cor criada para impedir os falsificadores”. Essas novas e exóticas habilidades criaram alguns problemas na primeira leva de impressão da cédula, e o governo só percebeu após míseros U$110 bilhões terem sido impressos:

No época, os funcionários anunciaram que as novas notas incorporariam táticas de segurança sofisticadas, incluindo uma listra de segurança 3-D e uma imagem de um sino que muda de cor para impedir o trabalho dos falsificadores.

Mas o processo de produção é tão complexo que acabou impedindo as próprias impressoras do governo de produzir de forma correta bilhares de novas cédulas.

Um funcionário familiarizado com a situação contou a CNBC que 1,1 bilhão de novas notas foram impressas, mas elas eram inúteis por conta de um problema nos vincos, que fazia o papel dobrar durante o processo de produção, criando uma parte branca deslocada da face da nota.

Uma segunda pessoa familiarizada com a situação disse que quando a falha foi descoberta, pelo menos 30% das notas que saiam das impressoras tinham a falha, obrigando a paralisação da produção.

De acordo com o governo, as notas foram colocadas em quarentena em “cofres enormes” no Texas e em Washington. Outra possibilidade real: o dinheiro está perfeitamente impresso e o governo simplesmente o doou para bancos gigantescos ou coisa do tipo.