Os patinetes elétricos e as bicicletas compartilhadas se tornaram parte da paisagem de algumas regiões de grandes cidades do Brasil. Há, porém, quem não se empolgue muito com a ideia, e o alto preço, principalmente no caso dos patinetes, é um fator negativo. Se esse é o seu caso, a Grow — empresa que surgiu da fusão da Grin com a Yellow — lançou uma assinatura mensal chamada Grin Prime. Ela custa R$ 15 por mês e isenta o usuário da cobrança do desbloqueio.

O preço do desbloqueio é de R$ 3 para os patinetes e de R$ 1 para as bicicletas. Depois, a tarifa é cobrada pelo tempo de uso: R$ 0,50 por minuto para os patinetes e R$ 0,05 por minutos para as bicicletas. Com o Grin Prime, o usuário só paga pelo tempo que usar. Vale observar que a assinatura só vale para os patinetes verdes e as bicicletas amarelas — os patinetes da parceria com a Rappi não estão inclusos no pacote.

Para quem usa todo dia, parece compensar. Fazendo as contas aqui, considerando um mês de quatro semanas de trabalho, com cinco dias úteis em cada e duas viagens por dia, os custos seriam de R$ 40 para desbloquear as bicicletas e de R$ 120 para desbloquear os patinetes sem a assinatura. Uma economia, portanto, de R$ 25 no primeiro caso e de R$ 105 no segundo.

Mesmo assim, os preços altos do tempo de uso no caso do patinete continuam. Levando em consideração duas viagens de dez minutos por dia, o gasto chega fácil a R$ 200 mensais, sem contar os R$ 15 da assinatura. As bicicletas são bem mais baratas, e o custo ficaria em pelo menos R$ 20, mais a assinatura — por outro lado, há o esforço de pedalar.

Mesmo assim, a assinatura pode ajudar a convencer mais gente a usar a modalidade de transporte. A Grow ainda oferece 30 dias grátis para testar a assinatura. O plano começará a ser disponibilizado em São Paulo e depois seguirá para outras cidades onde a empresa está presente.