Acabei de mexer no PSP Go!. Depois de alguns minutos com o novo aparelho, já descobri porque a Sony não vai abandonar o PSP original.

O PSP Go! parece menor na mão que o PSP original — porque ele é menor, mesmo. E quando joguei no PSP Go!, a experiência parece a de jogar num híbrido celular/PSP, que esperamos faz tempo da Sony Ericsson. A seguir, o que eu achei do PSP Go!:

O que eu curti:

  • Os gatilhos (botões L e R) reagem de forma bem perceptível quando pressionados, e ficam acima da superfície do Go na medida exata.
  • O acabamento em metal polido, black piano e preto fosco dá um visual ótimo, que condiz com o hardware (quase 100%) de qualidade.

O que achei mais ou menos:

  • Tanto o controle direcional como os comandos da direita não descem muito quando presssionados. Sim, o PSP Go! respondeu bem aos comandos, mas mal parecia que eu estava apertando os botões. Teria que me acostumar um pouco com isso.
  • A posição do único controle analógico faz o PSP Go! parecer menor do que ele é (o que não é bom). E é difícil usá-lo no formato atual do console, feito para mãos pequenas. Fiquei me perguntando: o PSP Go! é pequeno demais, ou minhas mãos que são enormes?

O que odiei:

  • Os botões Start e Select são um desperdício de espaço no aparelho. A Sony poderia tê-los colocado em qualquer outro lugar. Colocou justamente onde um segundo controle analógico poderia estar. Fora que esses botões parecem de qualidade menor que o resto do aparelho.

Não pudemos abrir e fechar o Go, e como ele estava preso a um cabo (por motivos de segurança), não pudemos colocá-lo no bolso pra saber qual a sensação. Mas nossa primeira impressão é a de que, apesar de não ser o mais recente nem o melhor, o PSP 3000 vai continuar tendo muitos seguidores — principalmente os que têm mãos grandes.