Cada vez que você faz uma pesquisa por voz, o Google mantém o áudio. E se você for um usuário do Android, cada vez que você diz “Ok Google”, a empresa mantém o áudio disso também. É possível ouvir – e excluir – essas gravações, no entanto.

Vá até a página “Atividade de voz e áudio” – localizada em google.com/history/audio – e clique em Reproduzir para ouvir as gravações. Cada arquivo tem uma transcrição de texto associado a ele.



Para apagar uma gravação, selecione uma ou várias e depois, no canto superior direito, clique em Excluir. Você também pode excluí-las todas de uma vez, indo em Menu (botão com três pontos) > Excluir opções > Avançado > Todo o período.

limpar historico voz google

É possível “pausar” as gravações de voz indo em Menu > Configurações e desativando a opção “Suas pesquisas e comandos de voz“, mas elas serão reativadas na próxima vez que você usar a busca por voz ou quando disser “OK ​​Google”.

Enquanto você está nas configurações de privacidade, você também pode pedir ao Google que pare de registrar as páginas da web que você visita indo em Atividade na Web e de apps, clicando em Menu > Configurações e desativando “Suas pesquisas e atividades de navegação”. Também dá para controlar tudo o que você compartilha com o Google indo em google.com/settings/accounthistory.

Ter as gravações do Google disponíveis para ouvir talvez pareça assustador, porém é mais transparente do que serviços similares como a Siri, que armazena seus dados por até dois anos a menos que você desative o serviço.

limpar historico voz bing

No caso da Cortana, é possível apagar modelos de fala personalizados indo até bing.com/account/personalization e, em “Outros Dados da Cortana e Fala, Escrita à Tinta e Digitação Personalizadas”, clicar em Limpar.

Também é possível desativar o acesso da Cortana aos seus dados de voz (em Configurações > Privacidade > Fala, escrita à tinta e digitação), mas aí ela será desativada; “os dados de voz que já foram enviados para a nuvem serão dissociados do seu dispositivo”, explica a Microsoft.

[The Independent]

Imagem: Google