Meu amigo, você pode não gostar muito de música japonesa, nem de um monte de marmanjo babando por uma animação, mas admita: a tecnologia empregada na criação da personagem é digna de aplausos. Ela se movimenta pelo palco, pula, se estica, enquanto uma banda (de carne e osso) faz o som por trás. A holografia depende de uma placa de vidro que serve como apoio para sua aparição tecnológica, é claro, mas é realmente impressionante a capacidade de nossos camaradas orientais em criar ídolos basicamente do nada. Ela já tem fã-clube, DVD, Blu-ray e, possivelmente, vários pretendentes para um casamento virtual. E a Crypton, que não é boba nem nada, já tem mais “cantores” em seu catálogo, como a garota de 20 anos Megurine Luka, que curte um jazz e música eletrônica. Sejamos sinceros: quem ainda precisa de ídolos reais, não é mesmo? [Crypton Future Media via Singularity Hub via Geekologie]