Aparentemente sendo obviamente bom, gostando um bocado do que faz e estando no lugar certo na hora certa. O perfil na revista Época fala do início do trabalho de desenvolvimento de interfaces de Barra – em 2000 ele ajudou a criar uma empresa para fazer programas de reconhecimento de fala.

Quando os celulares ficaram poderosos o bastante para aceitar comandos de voz, Barra já era diretor da Nuance e tinha tecnologia para executar essa tarefa. Em 2008, ele liderou a criação do primeiro smartphone Android com reconhecimento de voz, um dos recursos mais importantes dos aparelhos atualmente. A operação despertou o interesse do Google naquele ano. Quem o convidou foi outro brasileiro, Mario Queiroz, diretor de produtos de mobilidade do Google. “O Mario saiu para assumir a Google TV e eu assumi o lugar dele”, diz Barra.

Para saber mais da trajetória do homem que é o Brasil no Android (ou algo assim), aproveite este domingo preguiçoso e leia a matéria completa no site da Época. [Época via Bruno Ferrari]

UPDATE: Mudamos o título para não gerar confusão (sobre a possível diferença do uso de ” * ” para ” … ” ): quando ele fala que “é do c*”, queríamos dizer que poderia ser algo como “é do caralho” ou “é do cacete”, o que é necessariamente algo bom. Não conhecemos a expressão “do cu”, que alguns levantaram para “comprovar” que isso era algo anti-Google. Maluquice. Esperamos ter esclarecido.