Você conhece o IFTTT? Não, não é um instituto. IFTTT é a sigla para “if this then that”, ou, numa tradução livre (e bem porca), “se isso, então aquilo”. É um site que permite automatizar um monte de serviços da web 2.0 e das redes sociais — e até mesmo alguns de fora delas, como SMS, previsão do tempo e telefone (mas esse último, só para quem mora nos EUA). Em resumo, ele pega as APIs e deixa tudo fácil para quem não entende uma linha de programação poder usar.

Ele funciona exatamente como o nome sugere: você escolhe um “trigger”, ou seja, uma ação ou comportamento de uma rede ou serviço que você usa, e a “action” que outra deve fazer nesse caso. Cada uma dessas rotinas é chamada “recipe”, e o usuário pode deixá-la pública para quem mais quiser usar a ideia para suas próprias redes



Tem muita coisa bacana, como salvar automaticamente no Dropbox fotos postadas no Instagram ou as que você é marcado no Facebook, trocar automaticamente a foto do Twitter junto com a do Facebook, mandar para o Evernote itens com estrela no Google Reader, entre muitas outras existentes e que podem ser criadas.

Dá para fazer muita coisa. Muita mesmo. E dava pra fazer muito mais, mas o Twitter limitou o uso de sua API para os triggers, o que derrubou algumas das minhas “recipes” preferidas: salvar automaticamente no Delicious links que eu postava ou que estavam em tweets que eu favoritava. Era bem útil para não ficar maluco procurando aquela matéria bacana ou aquele gif genial, mas se foi, infelizmente.

Mesmo assim, o IFTTT ainda oferece suporte para 52 serviços. Com alguns cliques, você coloca as redes para trabalharem para você sem você. [IFTTT]