Além dos iPhones XS e XS Max, a Apple apresentou um modelo de entrada: o iPhone XR. A principal diferença para os aparelhos mais caros está no display: sai o OLED, entra uma tela de 6,1 polegadas LCD, chamada pela empresa de Liquid Retina.

O iPhone XR vem em seis opções de cores: preto, branco, amarelo, vermelho, azul e coral. Por dentro, ele conta com o mesmo chip do iPhone XS, o A12 Bionic de transistores de 7 nm. A Apple diz que o aparelho entrega uma “experiência de iPhone X em uma tela LCD”.

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Ele tem bordas maiores do que o modelo mais caro, mas, mesmo assim, consegue um aproveitamento de espaço interessante: menor que um iPhone 8 Plus, apesar de ter uma tela maior. Ela não conta com 3D Touch, mas vem com feedback háptico — nas palavras da empresa, ele funciona de modo parecido com o do TouchPad.

A câmera não é dupla — é apenas um conjunto de lente grande-angular e sensor de 12 megapixels. Mesmo assim, ela vem com alguns truques de aprendizagem de máquina do modelo mais caro, como o Advanced Bokeh e os controles de profundidade de campo. Na frente, o conjunto de câmeras do Face ID permanece.

A bateria também ganhou um pequeno avanço. A Apple promete que ela dura uma hora e meia a mais que a do iPhone 8 Plus.

 

 

O iPhone XR será vendido em três versões, 64 GB, 128 GB e 256 GB. Os preços começam em US$ 749, pela versão de 64 GB. A versão de 128 GB sai por US$ 799 e a de 256 GB, por US$ 899. É menos do que o iPhone XS, que custa a partir de US$ 999.

Em relação aos modelos do ano passado, o iPhone XR fica no meio do caminho: o iPhone 8 chegou custando US$ 699, enquanto seu irmão maior, o iPhone 8 Plus, tinha preços a partir de US$ 799.

Já que os iPhones XS e XS Max não apresentaram nenhuma novidade de nos deixar de queixo caído, o iPhone XR parece ser um negócio interessante, com seu tamanho mediano e preço relativamente menor.