Conseguindo a impressionante marca de mais de 501 milhões de visitas no clipe da música-chiclete “Baby” – e com isso, o título de vídeo mais visto na história do YouTube –, Justin Bieber prova que esta é a geração dos vídeos online, definitivamente. E, como lembra Rebecca Black, ser odiado pode ser lucrativo – ao menos na internet.

Vale lembrar que o ídolo teen foi descoberto também no YouTube, depois que a sua mãe enviou alguns vídeos do garoto cantando músicas do Usher, Justin Timberlake e Stevie Wonder para compartilhar com a família. A vida dele está intimamente ligada ao canal de vídeos do Google. E aos odiadores.

Calma, não estou ignorando todas as pré-adolescentes que compram revistas-pôster do ídolo de cabelo lambido. Mas os números mostram que a torcida contra é gigantesca. Só no vídeo em questão, o número votos em “não gostei” é mais do que o dobro dos “gostei” – 1.15 milhões, contra 580 mil. Seu outro vídeo que está entre os 10 mais vistos da história do YouTube, mas desta vez ocupando a sexta posição, tem um número bem menor de haters – 269 mil usuários não gostaram, contra 224 mil que gostaram.

Os outros vídeos que estão entre os 10 mais vistos (até o momento) são, na ordem: Lady Gaga – Bad Romance, Shakira – Waka Waka, Eminem – Love The Way You Lie, Charlie bit my finger, Justin Bieber – One Time, Eminem – Not Afraid, Miley Cyrus – Party In The U.S.A., Pitbull – I Know You Want Me e Evolution of Dance (que passou longos anos no topo).

Outro número impressionante relacionado ao cantor foi a arrecadação do filme Justin Bieber: Never Say Never no cinema americano – U$72,2 milhões –, superando por muito pouco “This is it” de Michael Jackson – U$72,1 milhões – só que nesse caso os haters não devem influenciado muito nos números, a não ser é claro, na nota 1.2  que ele recebeu no IMDB.  [G1 e The Hollywood Reporter]