Desde 2012, o Procon-SP mantém uma lista com lojas online que você deve evitar. Ela é elaborada a partir de reclamações de consumidores registradas no órgão fiscalizador. Quando o Procon notifica a empresa e ela não é encontrada ou não responde, passa a figurar ali.

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Com a proximidade da Black Friday (será dia 23 de novembro), é bom ficar de olho nas recomendações para não cair em furadas. A lista completa tem 419 sites, foi atualizada pela última vez em abril deste ano e pode ser acessada neste link.

A maioria dos endereços já não estão mais no ar, mas vale a pena entrar no link, dar um Ctrl + F (ou CMD + F) e digitar algum site que você não tenha certeza se deve comprar ou não. Caso ele figure na lista, é melhor nem continuar navegando. O pessoal do Tecnoblog reuniu 28 lojas na lista suja do Procon-SP que ainda estão no ar.

É claro que muitas lojas não estão na lista, mas ainda podem ser fontes de dores de cabeça. O maior número de reclamações no Procon está relacionado à lojas grandes, por exemplo – segundo o órgão, as empresas mais reclamadas na Black Friday de 2017 foram Cnova (Casas Bahia, Extra, Ponto Frio), B2W (Americanas, Submarino, Shoptime, Soubarato) e Magazine Luiza.

De acordo com a reportagem do Estadão, os principais problemas são a maquiagem de desconto (quando aumentam o preço dias antes e depois anunciam um desconto inexistente), estoque terminado e mudanças de preço no carrinho ao finalizar a compra.

Para se proteger nas compras online, recomendamos também que você visite o Reclame Aqui ou Reclamão.com para saber se a loja acumula queixas – especialmente as não-respondidas.