Num post-testemunho da Igreja Internacional (não tão abrangente como a Universal, suponho), Eduardo descreve, com revisão e adaptação do pastor Silas Adoniran, como foi levar o Xbox para o conserto religioso. 

Eu nunca fui muito apegado em religião, mais por falta de tempo. Mesmo assim ia em alguns cultos, pastor Cleiçon era amigo da família. Telefonei pra ele e me disse que eu podia levar o xbox em sua residência. Quando cheguei lá e tirei o vídeo game da caixa, Cleiçon estremeceu. Me falou que tava sentindo uma energia muito negativa, e que era do umbanda aquilo. Foram duas horas de oração ali, muito firme pra desfazer o trabalho.Depois de terminado, agradeci o pastor e o paguei pelo serviço, fui pra casa com bastante expectativa.

Com fé em Cristo, liguei tudo certinho na tomada e na televisão, coloquei o jogo. Nem preciso dizer, né ? Funcionou perfeitamente. Até hoje está tudo certo.Isso serviu pra me mostrar a importância de ter Cristo na vida, sempre que posso dou um tempinho e vou à Igreja, às 18 horas (é hora da novela da seis, é péssima!).

 

Ok, 99% de chance de ser fake, mas já virou um mini-meme, dado o tanto de comentários e repercussão net afora. Mas o texto é bom. Aliás, há um veia meio anti-tecnológica nos testemunhos apresentados pelo pastor Silas. Como no caso do GPS maligno

Mais uma vez fui beber, enchi a cara, não peguei mulher nenhuma como sempre. Saí do barzinho bem embriagado, entrei no meu carro, marquei a rota do GPS pra minha casa. E logo a mulher falou: “Siga adiante 3 kilômetros”. Tudo bem, lá fui. Em seguida ela me mandou pegar a esquerda, virei. O problema é que era uma ciclovia, e assim que me situei ouvi um impacto. Atropelei um bicicleteiro, ele arrebentou o meu pára-brisa e caiu no asfalto. Meu primeiro pensamento foi de descer do carro e dar assistência pro atropelado, mas logo após a batida a voz disse: “Siga adiante por 600 metros”. Aí tiver que ir e deixei o ciclista lá estirado. Tentei vê- pelo retrovisor, mas tava bastante escuro o local.

 

Por isso que quando uso GPS desligo a moça do navegador. Já bastam as vozes na minha cabeça.

[Valeu, João!]