A situação deve melhorar em termos de assistência técnica e serviço. Com uma subsidiária no Brasil, o pós-venda terá mais opções, o que é algo muito bem-vindo. Já em termos de preços, as coisas não devem mudar: como as câmeras continuam sendo importadas, o padrão (alto) deve se manter. A Canon, por exemplo, que tem representação no Brasil desde 1974, tem preços oficiais exorbitantes se compararmos com os valores internacionais.

Mesmo assim, é bom saber que a Nikon quer mais espaço no mercado nacional. Segundo a própria empresa, ela detém uma fatia de 17% do mercado brasileiro de DSLRs, e espera aumentar a participação para 40% em “2 ou 3 anos”. Já nas câmeras compactas, onde a Nikon representa 1 mísero por cento, a expectativa é atingir 15% no mesmo prazo. Aguardamos uma promoção bombástica de chegada, que tal? [Reuters]