É difícil para a Nikon ganhar da Canon quando se trata de vídeo, então eles estão brigando com o que sabem: fotografia. A nova Nikon D7000 possui sensor de 16,3 megapixels, autofoco em 39 pontos, duas entradas para cartão de memória e ISO de até 25.600 em uma câmera de US$1.200. Gostei.

Sucessora da D90, a D7000 tem um novo sensor de 16,2 megapixels, que a Nikon diz ter "capacidade em pouca luz nunca antes vista em uma câmera de formato DX (APS-C)". Fortes palavras. Mas eles reforçam o sensor com um ISO de 100 a 6.400, expansível a ISO 25.600. E, dado o menor número de pixels que a Canon 60D de 18 megapixels (que reutiliza o mesmo sensor da câmera Canon T2i), parece razoável supor que a D7000 vai ganhar dela em situações com pouca luz.

E, tratando-se de vídeo, a D7000 filma em 1080p a 24fps (ou em 720p a 24/30fps), com autofoco todo o tempo, assim como a D3100. (E, assim como na D3100, ela grava no abençoado formato h.264, não em motion JPEG.)

O que torna a câmera mais profissional são funções como um novo sistema de autofoco por 39 pontos, com nove pontos do tipo cruzado e um sistema de medição multizona 3D RGB de 2.016 pixels. Ela também é rápida, tirando fotos 14-bit em formato RAW a 6 quadros por segundo, que ela pode guardar em dois cartões de memória. A mira da câmera dá 100% de cobertura do quadro, o que é bom. E ela tem um corpo mais próximo da semiprofissional D300, com a parte de cima de liga de magnésio, cobertura para parte traseira e sistema de obturador de 150.000 ciclos.

É muita câmera por US$1.200, ou US$1.500 com uma lente kit. Uma concorrente de verdade para a Canon 60D, mas que atrai por motivos diferentes. Gostei da direção que a Nikon está tomando.

Para saber mais detalhes, dê uma olhada no hands-on do Chase Jarvis. [Nikon]