“Olha só o Ronaldinho, está igualzinho!”. Talvez você, assim como eu, já tenha ouvido essa frase algumas vezes na vida. E o Ronaldinho da infância não precisa ser necessariamente o Fenômeno ou o Gaúcho, assim como a interjeição pode ser igualmente lançada nos dias atuais para Messi, Cristiano Ronaldo ou o craque da sua preferência. A cada nova versão, os games de futebol tentam aperfeiçoar a semelhança entre os jogadores virtuais e os reais. Uma evolução gradual, que avança com a tecnologia gráfica ano a ano. Mas que vira um susto quando a gente olha duas décadas para trás. Para quem estava acostumado com os 16-bits de Allejo e Janco Tianno, ver a carequinha do camisa 9 da Seleção era a maior inovação.

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