Hoje é o dia do qual Sarah Connor nos avisou. Bem, não exatamente, mas pela primeira vez, objetos não-humanos ultrapassaram em número os humanos que assinam serviços de internet com a AT&T e Verizon, nos EUA. Isto inclui, em sua maioria, objetos como GPS com acesso à web, TVs com banda larga e porta-retratos digitais, mas no futuro, dados de sensores lidos de forma programada, como informações de temperatura e pressão de equipamentos domésticos, poderiam compor a maior parte do ruído na internet.

Nos EUA, redes sem fio já chegam a 95% da população. A penetração agora deve ocorrer, então, através de dispositivos conectados à web – agora é a hora e vez da "internet das coisas" (Internet of Things). [Chetan Sharma via GigaOM via ReadWriteWeb]