O observatório no topo do novo World Trade Center, edifício com 541 m de altura em Nova York, finalmente será aberto ao público na próxima semana. Mas a vista do prédio mais alto no hemisfério ocidental (por enquanto) não será o único detalhe deslumbrante para os visitantes.

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Existem diversos observatórios em edifícios superaltos, mas o 1 World Trade traz alguns avanços tecnológicos bacanas que ajudam a orientar os visitantes quando eles chegam ao 101º andar.

Por exemplo, a vista é tão arrebatadora que os visitantes podem pegar tablets em vez de binóculos para ver marcos notáveis na cidade.

Os outros dois truques para lidar com a paisagem são na verdade ilusões de óptica. Os elevadores na torre exibem um timelapse dos 515 anos da cidade, crescendo em frente aos seus olhos. O New York Times explica:

Nove monitores de alta definição com 75 polegadas ficam em cada cabine, atrás de batentes semelhantes a janelas, para transmitir a impressão de que se está em um elevador com paredes de vidro.

No início, a pessoa se sente dentro da terra. O ano é 1500 e o elevador está a 17 m abaixo do solo. À medida que ele sobe, o tempo avança. A cabine parece subir ao céu a partir de um pântano no mar, um lembrete de que o local do centro comercial esteve originalmente debaixo d’água.

E fotos da Associated Press revelam que há outra maneira de ver a cidade lá embaixo. No observatório, os visitantes podem andar por uma plataforma que se projeta sobre a West Side Highway.

Uma vista do Sky Portal exibe vídeo ao vivo das ruas abaixo do observatório do One World Trade Center.

Mas não se trata de um piso de vidro grosso como na Willis Tower em Chicago: é uma tela de vídeo com uma transmissão ao vivo da vista para o chão.

O observatório do WTC abre para o público em 29 de maio. Uma viagem até o topo custa US$ 32, e há também uma churrascaria onde você pode jantar lá – mas você precisa pagar a entrada mais o custo da sua refeição.

O substituto do World Trade Center original custou US$ 3,9 bilhões para ser erguido. O NYT diz que a estrutura “precisava de fortificações sem precedentes a custos astronômicos, em um local de construção extremamente difícil”.

Fotos por AP Photo/Mark Lennihan