À medida que os robôs se envolvem cada vez mais em atividades delicadas, como autópsias e cirurgias, precisamos que o toque deles seja tão preciso e sensível quanto possível. Para termos isso, precisamos dar a eles uma superfície semelhante a uma pele, e cheia de sensores óticos.

Os sensores atuais, que são basicamente sensores de pressão, não detectam mudanças sutis na pressão ou textura — em um cenário extremo, um robô poderia pulverizar seus ossos se não tomasse cuidado. Tá, não seria nada tão extremo assim, mas como os sensores de pressão não têm sensibilidade o bastante para certas tarefas, pesquisadores da Universidade de Gent, na Bélgica, decidiram usar uma "pele" ótica de polímero para isso. Eles ainda estão fazendo um protótipo, então não precisa se apressar pra dar um upgrade no seu robô assassino. [New Scientist via PopSci]