A empresa decidiu há mais ou menos um ano que não faria netbooks e manteria o foco em notebooks baratos e leves com monitores de 12 ou 13 polegadas (o HP Pavillion dv2 foi um exemplo). Parece familiar? É exatamente o que a Intel está fazendo agora com os seus chips ULV (Ultra Low Voltage).

A nova geração desses chips (chamada Congo e incluindo processador Turion X2 Neo 1.6GHz — mesmo que a AMD não queira mais que a gente diga os nomes dos processadores) supostamente melhora tanto a performance de vídeo quanto a duração da bateria — uma hora extra sobre a última geração de chips de notebooks ultrafinos da AMD. E é nessa parte que a gente está querendo pagara pra ver, já que foi justamente em tempo de bateria que a AMD tomou um pau da Intel com o seu Atom. Sem mencionar os novos chips ULV da Intel, que prometem quase 6 horas sem baterias gigantes saindo da traseira do computador.

Não é surpresa que a AMD está cantando de galo no campo da performance, com 77% de melhoria sobre o conjunto da Intel. Fizeram até um gráfico bonitinho para ilustrar o quanto estão confiantes que chutarão a bunda dos ULV:

Eu não me surpreenderia de ver os principais fabricantes de notebooks incluindo as plataformas da Intel e da AMD nas mesmas linhas de produtos, mas por enquanto a AMD diz que a Acer e a ASUS vão começar a entregar notebooks com os novos chips, e que 20 novos modelos os incluirão durante o período de lançamento do Windows 7 — Outubro, portanto. [AMD]