Um processo arquivado em Stamford, no estado de Connecticut, nos EUA, alega que após o oficial Michael Presti prender William Vasilakos por distúrbio da paz há dois anos, ele enviou para si mesmo e outras pessoas os vídeos e fotos encontrados no celular de Vasilakos. No total, foram oito mensagens enviadas.

O policial não tinha o direito nem de confiscar o celular para seu uso próprio, muito menos enviar seu conteúdo para outros, mas é difícil não dar uma risadinha com a explicação do advogado de Vasilakos: “Eles estavam completamente apaixonados e queriam eternizar esse amor do modo que eles acharam mais apropriado, e o policial os tratou como um casal de estrelas pornô”.

Mas esse papo de amor e afeição não é o ponto da discussão – até pessoas agindo como “um casal de estrelas pornô” não devem ter sua propriedade roubada por abuso de poder. Enquanto isso, Vasilakos deve considerar bem a hipótese de colocar uma senha em seu aparelho. É uma nova saída para o sexo seguro.

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Imagem via Abraham Badenhorst/Shutterstock