A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado testa desde 2008 o sistema, adotado em vários países do mundo. Basicamente coloca-se em um preso em indulto ou em regime semi-aberto o dispositivo. Se o preso tentar tirá-lo de alguma forma, um alarme é disparado na central e a Polícia saberá a última localização do criminoso – ou por onde ele passou. O próprio ato de tentar se desfazer do GPS faz com que o preso perca o direito de cumprir a pena em regime semiaberto. 

De acordo com a Info, o GPS-tornozeleira tem bateria que dura 24 meses e usa, além do rastreamento por satélite, chips de duas operadoras diferentes para fazer triangulação e determinar a posição em qualquer circunstância. O aparelho também é a prova d’água e continua informando a posição a até 5 metros de profundidade.



O sistema de monitoramento, que custará R$ 50 milhões ao Estado, será empregado em até 4,8 mil presos cumprindo regime semi-aberto ou que receberam o indulto. Outros estados, como o Rio Grande do Sul, já estão testando as tornozeleiras e pulseiras com GPS, já que a lei que permite o seu uso foi sancionada há poucos meses. [Via Info]